segunda-feira, 16 de maio de 2011

Tom Ogle

Tom Ogle

Ogle Under Car 400-1 

Você provavelmente nunca ouviu falar dele. Tom Ogle inventou um sistema de admissão de combustível a vapor, em 1977, para todos os automóveis. Seu sistema pode ser a aposta em qualquer motor de automóveis existente, e que permitirá ao carro viajar 100 milhas com um galão de gasolina. Ele alegou que as emissões de gases são quase inexistentes  o suficiente para que você pudesse secar o cabelo com o escape. Ele surpreendeu a indústria automotiva com a sua invenção, e , de fato, se aproximou em 1978 por um representante da Shell Oil, que lhe ofereceu US $ 20 milhões no local, para a patente e os planos relativos a  sua invenção. Ele se recusou, afirmando categoricamente que a Shell poderia simplesmente arquivar o projeto e que nunca veria a luz do dia.
Tom Ogle foi encontrado morto de uma aparente overdose de Darvon e intoxicação por álcool, em 19 de agosto de 1981. Ele tinha sido conhecido por beber, mas nunca tão fortemente que  tivesse de ir ao hospital. O Darvon é o elo mais fraco para o relatório que sua morte foi um suicídio acidental: Darvon é um analgésico opióide.Ele não faz nada mais, e Ogle não tinham histórico de usá-lo. Ele também não teve nenhuma história da dor imediata exigindo um analgésico opióide. A teoria afirma que ele foi assassinado por um assassino Shell-contratado, que fez com que parecesse um suicídio. Ele realmente tem o seu sistema de combustível patenteado, em 11 de dezembro de 1979, com a patente número 4177179. Ele foi baleado e ferido fora de um bar El Paso, Texas, no início do Verão de 1981. Ele afirmou que as pessoas estavam atrás dele por sua patente. Três meses após sua morte, seus esquemas e projetos originais desapareceram do Instituto Europeu de Patentes, em Washington, DC. Alguns de seus esquemas apareceram na Internet, mas não o suficiente para  construir seu dispositivo.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

ILLUMINATIS

Os líderes da Revolução francesa eram Maçons e Illuminati, ou os agentes deles e seguidores, levando a cabo um plano secreto para subverter as monarquias de Europa e a religião Cristã.
Teriam aberto 
lojas na Alemanha, Áustria, Itália, Hungria, França e Suíça.
Illuminati, Maçonaria e ainda outras seitas são tentáculos do mesmo monstro.
Actualmente essa ordem está espalhada por todo o mundo, muitos membros dos governos são membros, assim como são da maçonaria.

A Real origem dos Illuminati ?
  Robert  Wilson conta que  em 1090  Hassan I sabbah  fundou a seita  Ismaelita , ou Haxixinos  (  a origem da palavra assassinos vem daí ). Eles usavam o haxixe  (derivado da planta canabis ) , o culto aterrorizou o mundo muçulmano  até os mongóis de  Gengis imporem a lei e a ordem na zona.
Encurralados no seu refúgio nas montanhas , os Haxixinos, caindo de drogados, não conseguiram oferecer resistência aos saudáveis guerreiros mongóis.  Mas os cabecilhas do grupo fugiram para o Ocidente.
Os illuminati buscam a "imortalidade" espiritual através de práticas de magia negra, incluindo sacrifícios humanos.

Mais tarde, ( em 1776) foi Adam Weishaupt , um estudante do ocultismo, que renovou essa ordem illuminati, ele estudou os encinamentos de Hassan I Sabbah , cultivou também maconha no quintal, através de alguns studos (e da marijuana também) consegiu a "iluminação" ), fundando a ordem "Os antigos sábios iluminados" da Baviera (Alemanha) no 1º de Maio de 1776.
Curiosamente o 1º de Maio é o dia escolhido para celebrar o dia do trabalhador, porque será?                                                 Robert diz ainda que a famosa Helena Petrovna Blavatski (fundadora da Teosofia) também nascida na Alemanha, era feiticeira e aliada dos Illuminati.

Robert Wilson diz que:Tanto a bandeira dos Estados Unidos como a pirâmide illuminati têm treze divisões horizontais, e o treze é também o código tradicional da marijuana, sendo ainda usado nesse sentido pelos Hell's  Angels, entre outros.
Bem eu fui verificar se bate certo, vejam as imagens abaixo.

     Treze divisões  

Um dos símbolos mais famosos é a pirâmide com o olho-que-tudo vê (olho de luçifer)

Esse símbolo é tão real que podem vê-lo nas notas de 1 dólar. (símbolo introduzido por Franklin Roosevelt em 1933). Roosevelt foi presidente dos EUA, um dos 13 presidentes que eram maçons.
Uma das teorias aponta que a utilização destes símbolos ocultos no dinheiro serve para  a "fantasmagoria" do monopólio que o Estado  detém sobre a energia psíquica. O símbolo condicionado (dinheiro-símolo)  controlaria  totalmente o nosso bem-estar mental. Uma coisa temos que admitir, o dinheiro afecta-nos psiquicamente, quando estamos sem dinheiro começamos a ficar deprimidos "como pagar as contas?" "será que chegará ao final do mês?", etc, etc..
-O cidadão capitalista aprende neurológicamente que dinheiro equivale a segurança e falta de dinheiro a insegurança.
 . 
 Por cima da pirâmide consta a frase em latim “Annuit coeptis”  ele,provavelmente : luçifer, o arquitecto, o olho-que-tudo vê.
O olho significaria também uma alegoria à capacidade deles estarem simultaneamente em todo o lado. (por exemplo com sistemas de escuta, sistema echelon, etc.).


quarta-feira, 11 de maio de 2011

Um paraíso na costa do Mar Negro

Gagra é uma cidade da Geórgia, da região de Abecásia, na costa nordeste do Mar Negro, edificada no sopé dos montes do Cáucaso. O seu clima subtropical tornou Gagra um popular refúgio no tempo da URSS.
Desde a Guerra de Abecásia, no anos noventa, a população dimunuiu significativamente. Em 1989 tinha uma população de 26.636 habitantes, mas reduziu este número a expulsão massiva da etnia georgiana de Abecásia. No entanto, a cidade é muito frequentada por turistas, maioritariamente, russos.
 


História

A cidade foi estabelecida como uma colónia grega e nome Triglite, cujos habitantes eram gregos e cólquidos. Esteve sob a protecção do reino de Pontus no século I a.C., antes de ser tomada pelo Império Romano, que a nomeou Nitika. A sua posição geográfica levou os romanos a fortificar a cidade, que, continuamente, era atacada pelos Godos invasores.

Depois da Queda de Roma, o império sucessor, o Império Bizantino, tomou o controlo da cidade. Junto com o restante território da Abecásia, Gagra foi incorporada ao reino georgiano de Imereti em meados do século IX. Os mercadores genoveses e venezianos que tomavam de assalto, com o seu comércio, todo o sul europeu, estabeleceram um vasto intercâmbio cultural e comercial com a população de Gagra, e atrairam novos comerciantes, tornando a cidade um centro comercial. Intercambiavam madeira, mel, cera e escravos.
Pela primeira vez, num mapa do ano 1308 da autoria de Pietro Visconti, aparece o nome «Gagra». O mapa encontra-se agora na Livraria de São Marcos , em Veneza.






Graga no Império russo 


No século XVI, O Império Otomano conquistou o território da Abecásia, que incluía Gagra. Os mercadores de oeste, incluindo os genoveses e os venezianos, foram expulsos da cidade, que entrou numa prolongada crise comercial e finaceira, com grande parte da poupulação escapando-se para a montanhas. No século XVIII a cidade havia sido reduzida a pouco mais que uma vila rodeada por bosques e terrenos pantanosos. Quando o Império Russo se expandiu até à região, no século XIX, a sua força económica foi recuperada, juntamente com as fortunas de alguns cidadãos. Os pântanos foram drenados e a povoação reconstruida ao redor de um novo hospital militar. A sua população, todavia, continuava reduzida: no ano de 1866, um censo revelou que na cidade viviam 336 homens e 280 mulheres, maioritariamente de famílias locais e/ou oficiais do exército.
Durante as Guerras Russo-Turcas, as tropas turcas invadiram o povoado e destruíram-no e expulsaram a sua população. A Rússia acabou por vencer a guerra e reconstruiu a cidade.

Depois da guerra, a cidade foi «descoberta» por Pedro de Oldenburg, um membro da realeza russa. O príncipe viu na cidade um grande potencial turístico, com um clima subtropical. Decidiu então construir um resort de luxo para receber a alta-sociedade ter onde passar os tempos de veraneio. Com uma grande soma proviniente do Governo, construiu-se um extenso palácio para o príncipe e um grande número de edifícios nos mais variados estilos europeus. Instalou-se ali um grande jardim com espécies tropicais. A cidade tornou-se um ponto turístico de referência.

Sanatório de Waverly Hills


  Imagine um local onde mais de 63 mil pessoas morreram, que está fechado desde a década de 60, onde centenas de pessoas dizem terem visto fantasmas e ouvido barulhos enquanto caminhavam pelos enormes corredores.
Esse lugar é o Sanatório de Waverly Hills, aberto em 1910 para servir de abrigo a pessoas infectadas com tuberculose, que na época era uma doença sem cura e mortal. Inicialmente o local foi feito para abrigar 50 doentes, mas a epidemia de tuberculose se tornou tão grande que em pouquíssimo tempo mais de 150 pacientes viviam lá, sofrendo e morrendo em um lugar superlotado.


                                           Suposta fotografia de um fantasma tirada no sanatório



Como a “Peste Branca” só crescia, o hospital foi aumentado, tendo a capacidade ampliada para até 500 87924_f260[1]pessoas. Os novos andares possuíam janelas amplas para que os pacientes pudessem tomar ar, para de alguma maneira amenizar os efeitos da tuberculose que ataca os pulmões.
Como o sanatório vivia superlotado e o perigo de contágio da doença tratada lá era muito grande, os médicos receberam casas atrás do local. Para chegar até suas moradias um túnel foi feito, mas como a epidemia se tornou absurdamente grande o caminho que levava aos fundos começou a ser usado como um local de descarga de corpos, pois no auge da doença morriam em média 3 pessoas por hora.
Felizmente a cura da tuberculose foi descoberta e em 1961 o sanatório fechou as portas, porém as histórias de assombrações apenas haviam começado. Em 2001, o lugar foi comprado e aberto ao público, isso gerou milhares de relatos de fantasmas, barulhos estranhos e visões sobrenaturais.



Saída do túnel
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A fama desse local é tão grande que ele é considerado os lugares mais assombrado das Américas. Inclusive o programa Ghost Hunters gravou um episódio no sanatório, onde várias manifestações são gravadas, como você pode conferir nos vídeos:
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terça-feira, 10 de maio de 2011

Denrinkuyu





Na Turquia, mais precisamente na província de Nevsheir, existe uma enorme cidade subterrânea chamada Denrinkuyu, local esse que abriga diversos mistérios e muitas controvérsias.
A primeira questão que envolve o local é a data de sua construção. Algumas pesquisas dizem que o local foi construído em 4000 a.C, já outras dizem que ela foi escavada a mais de 10000 mil anos atrás, porém alguns esqueletos de um cemitério próximo datam de 1800 a.C, o que deixa a verdadeira data de sua construção sendo um mistério.


Contudo o que mais intriga os arqueólogos é a complexidade da cidade subterrânea, que seria capaz de abrigar até 50 mil pessoas com certo conforto. Com mais de 20 níveis, o local possui salões para abrigar alimentos, cozinhas, celeiros, estábulos e até mesmo capelas.
Além disso, o lugar possuía um sistema complexo de dispersão de fumaça, que permitia que ela fosse lançada na superfície sem ser notada e um sistema de ventilação que fazia com que o local mantivesse a temperatura ambiente estável, com ar novo circulando em todos os andares.



A complexidade e a grandiosidade da obra fazem com que diversas questões sobre sua verdadeira origem sejam levantadas, afinal como poderia ter sido construído um lugar desse há mais de 6000 mil anos atrás, quando a engenharia era extremamente limitada e as ferramentas mal existiam?

Aokigahara: A floresta da morte

  Imagine caminhar em uma floresta onde em vez de frutos nas árvores existem corpos dependurados por todos os lado e ossos jogados no chão. Apesar e parecer uma cena de filme terror, essa mata macabra existe de verdade no Japão.


   Aokigahara é uma floresta fechada na base do monte Fuji, sobre a qual existem diversas lendas e contos, que de alguma maneira tentam explicar os motivos que levam diversas pessoas a morrerem lá ou mesmo a cometerem suicídio, que é algo extremamente comum no local.
  
  A crença popular dizia que as bússolas não funcionavam no local, por isso muitas pessoas se perdiam e acabavam morrendo, mas isso foi desmentido, pois o único metal que é encontrado em grande quantidade lá é o ferro, que não tem um campo eletromagnético forte para alterar uma bússola. Outra lenda contava que existiam fantasmas e monstro que povoando a mata, mas isso não passa de criação do povo para tentar explicar algo que não conseguem entender.


Contudo, o que mais chama a atenção nessa floresta não são as mortes ocasionais, mas sim o número de suicídios que lá ocorrem, chegando a mais de 30 por ano. De tantas pessoas que vão até lá tirar sua própria vida, as autoridades colocaram placas pedindo para que elas pensem antes de fazer isso, tentando desencorajar os suicidas. Porém, mesmo com essas medidas, todos os meses a polícia local faz um incursão na mata para recolher os novos corpos, que sempre surgem.

Dizem que essa “moda” de suicidar-se na floresta de Aokigahara começou graças a um livro que descrevia o local como “o lugar perfeito para morrer”. Outro fator que deve ter contribuído foi um problema econômico que afetou o Japão por volta de 1830, que fez algumas famílias deixassem os mais velhos e fracos na floresta para que morressem, dessa forma menos pessoas ficariam para comer, poupando o dinheiro e comida que estavam em falta.

Mesmo com essa história não há como afirmar se foram esses motivos que tornaram essa floresta em um cemitério macabro a céu aberto, só sabe-se que esse local é muito estranho, atraindo as pessoas que procuram a morte de maneira explicável.




Cultura Maori

A Nova Zelândia foi um dos últimos lugares da Terra a serem descobertos e colonizados.
Provas sugerem que provavelmente ondas de migrações vieram do leste da Polinésia entre 10 e 800 D.C. A tradição oral maori descreve a chegada de antepassados provenientes de Gaawiki (um lugar lendário na parte tropical da Polinésia) por grandes navios que cruzavam os oceanos.
Não existe nenhuma prova de assentamento humano na Nova Zelândia antes dos viajantes maoris; por outro lado, evidências arqueológicas, indicam que os primeiros habitantes vieram do leste da Polinésia e se tornaram os maoris.
Na Nova Zelândia há uma riqueza enorme quanto à tatuagem. E a tatuagem mais importante é feita no rosto.  Para muitas culturas, a mão, o rosto e o pescoço ficam fora da pintura corporal. Para os maoris, o homem cobre todo o rosto quanto mais nobre ele é ou pela posição social. A tatuagem dá status dentro da tribo ou clã. Quando eles entravam em guerra, cortavam a cabeça do inimigo e colocavam-na em urnas sagradas. No século 19, as cabeças tatuadas dos guerreiros maoris se tornaram objetos cobiçados por colecionadores europeus. Começou, então, o tráfico dessas cabeças começou com os próprios maoris, eles passaram a matar e vender para comerciantes e trocá-las por armas de fogo.

Interações com a Europa antes de 1840

A colonização europeia da Nova Zelândia foi relativamente recente. Os maoris foram a última comunidade a ser influenciados pelo europeus.
Os primeiros exploradores europeus — incluindo Abel Tasman (que chegou em 1642) e o capitão James Cook (que visitou pela primeira vez em 1769) — relataram encontros com maoris. Estes primeiros relatos descreviam os maoris como uma raça de guerreiros ferozes e orgulhosos. Guerras inter-tribais ocorriam freqüentemente durante este período, com os vitoriosos escravizando ou até comendo os perdedores.
No começo dos anos 1780 os maoris tiveram encontros com marinheiros e baleeiros; alguns até eram tripulantes dos navios estrangeiros. A corrente contínua de presos que escapavam e de outros desertores em navios da Austrália também expôs a população indígena da Nova Zelândia à influências de fora.
Em 1830 estimava-se que o número de europeus vivendo entre os maoris fosse de cerca de 2.000. As posições dos recém-chegados variavam de escravos a conselheiros de alto nível, de prisioneiros a outros que abandonaram a cultura européia e se identificaram como maoris. Quando Pomare comandou um destacamento de guerra contra Titore em 1838, ele tinha 132 mercenários entre seus guerreiros. Frederick Edward Maning, um dos primeiros colonos, escreveu dois livros contemporâneos de sua vida, que se tornaram clássicos na literatura neozelandeza: Old New Zealand e History of the War in the North of New Zealand against the Chief Heke.
Durante este período, a aquisição de mosquetes pelas tribos em contato com os europeus, causou o desequilíbrio de poder entre as tribos maoris, e começou um período de guerra sangrenta, inter-tribal, conhecida como "Guerra dos Mosquetes", que resultou na exterminação efetiva de várias tribos e a migração de várias outras para fora de seus territórios tradicionais. Doenças européias também mataram um grande número de maoris durante este período (o número exato é desconhecido).
Com a crescente atividade missionária européia e a colonização durante os anos 1830 — somada à falta de leis européias na colônia — a Coroa Inglesa, como potência mundial da época, foi pressionada para interferir contra o extermínio dos maoris.

                                 Te puni,um chefe maori do século XIX